
| Fiat Palio: agilidade em um carro pequeno |
Lançado em 1996 (leia história), o Palio chegou em duas versões de acabamento. A mais simples era a EL e trazia apenas imobilizador, vidros verdes e pára-choques pintados na cor da carroceria. O motor era um 1,5-litro com injeção multiponto e 76 cv de potência. A versão de topo foi batizada 16V em função do motor 1,6 16V de 106 cv. Trazia direção assistida, vidros e travas com acionamento elétrico, além dos itens já contidos na EL. Ambas podiam receber diversos opcionais, que iam de ar-condicionado a teto solar, passando por bolsas infláveis frontais e freios antitravamento (ABS). Em 1998, a versão EL ganhava o motor 1,6 com injeção monoponto e 82 cv, de origem argentina. Direção assistida, vidros e travas elétricos passavam a ser de série. Meses depois, o propulsor recebia injeção multiponto e saltava para 92 cv. Em 1999 a versão EL passava a se chamar ELX e, um ano depois, tinha seu motor 1,6 substituído pelo Fire 1,25 16V, já abordado em outro Guia de Compra. No final de 2000 a linha Palio passava por um ampla reestilização, ganhando dianteira, traseira e interior renovados. O motor 1,6 16V permanecia nas versões ELX (com direção assistida e vidros e travas elétricos) e a de topo Stile, que adicionava ar-condicionado, retrovisores elétricos e interior mais luxuoso. Em 2003 a Fiat abandonava o motor 1,6 16V, em razão do custo elevado de sua importação da Itália. No lugar era adotado o 1,8 de origem GM (e produzido pela extinta Powertrain) com 103 cv e maior torque. As versões mudavam para EX (com direção assistida) e ELX, que adicionava vidros e travas elétricos, maçanetas e retrovisores na cor da carroceria e rodas de alumínio de 14 pol. Em seguida o motor 1,5 retornava na versão a álcool, com 77 cv, mas duraria só até a chegada da linha 2004. Esta trazia outra renovação da frente, traseira e interior, permanecendo disponível o motor 1,8.... DESTAQUES
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